Aprendizado Móvel


Estamos no meio de uma mudança completa nos dispositivos que usamos. Como os smartphones e tablets se tornam mais e mais eficientes e as interfaces de usuário mais e mais naturais, os antigos métodos de computação parecem limitados ao local e muito menos intuitivos. As pessoas esperam, cada vez mais, estarem ligadas à Internet e à riquíssima variedade de conhecimento que existe, onde quer que se vá – e a maioria deles usa um dispositivo móvel para fazer isso. De acordo com o relatório de 2013 "Fatos e Números da Tecnologia e Comunicação da Informação" (ICT – Information and Communication Technology) da União Internacional de Telecomunicações (UIT), o mercado de dispositivos móveis é composto por mais de 6,8 bilhões de assinantes, com a maioria vivendo em países em desenvolvimento. A evolução sem precedentes desses dispositivos e os aplicativos que rodam neles, abriu as portas para inúmeros usos para a educação. Instituições de ensino de todo o mundo estão adotando aplicativos móveis em seus currículos e modificando sites, materiais educacionais, recursos e ferramentas para que eles estejam otimizados para dispositivos móveis. O significado para o ensino e aprendizagem é que estes dispositivos têm o potencial de facilitar quase qualquer experiência educacional, permitindo que os alunos organizem reuniões virtuais de vídeo com colegas de todo o mundo, usem softwares e ferramentas especializadas, e colaborem com documentos compartilhados ou projetos na nuvem, entre muitas outras coisas. Embora ainda existam muitos usos prováveis que ainda não foram realizados, ao longo dos últimos anos a aprendizagem móvel passou rapidamente de um mero conceito para se tornar realidade.

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Apps -
rafa_villas_boas
rafa_villas_boas
rafa_villas_boas May 26, 2017


[Nota do Editor: Movido aqui do IP2]
A rede dos dispositivos
Esse termo refere-se à expansão de endpoints usados por pessoas para acessar aplicações e informações ou para interagir com outras pessoas, comunidades sociais, governos e negócios. Essa rede inclui dispositivos móveis, wearables, dispositivos eletrônicos de consumo e para residências, dispositivos automotivos e de meio-ambiente – como sensores na Internet das Coisas (IoT). No mundo pós-mobile, o foco muda para o usuário móvel que é cercado por uma malha de dispositivos que vão bem além dos dispositivos móveis tradicionais. A previsão é que, com o aumento das conexões e a evolução dessa malha, a interação cooperativa entre dispositivos também aumente.
[Nota do Editor: Comentario criado por stela.piconez e movido aqui do IP3]

(1) Como pode esta tecnologia ser relevante para o setor educacional que você mais conhece?

  • permitirá conexão em tempo real a todo tempo. Favorecerá o estudante não só interagir de forma mais rápida como com diversos colegas em uma mesma situação. - marcelo.correa marcelo.correa May 3, 2017
  • isso já é uma realidade, mesmo em contextos sócio-econômicos mais desafiadores (http://tecnologia.ig.com.br/2015-04-29/ibge-metade-dos-brasileiros-estao-conectados-norte-lidera-acesso-por-celular.html), embora a qualidade da conexão ainda seja pobre. No entanto, o acesso a dispositivos já é uma realidade e instituições poderão lançar mão de modelos blended baseados na premissa de que o aluno tem, sim, acesso à tecnologia. - paulo.dantas paulo.dantas May 6, 2017
  • tanto professores como estudantes já usam tecnologias móveis. Cabe destacar que professores na universidade precisam conhecer as ferramentas adequadas às disciplinas e/ou pesquisa que realizam. Seu uso poderá transformar-se em terreno fértil, quando lhe forem atribuídas, intencionalidade educativa. Aprendizagem Móvel sempre terá relevância se percebermos que o móvel é o usuário e não as tecnologias. Diferentemente das abordagens tradicionais de ensino e aprendizagem, esta mobilidade acabará rompendo com o modelo atual das universidades brasileiras (seja presencial ou a distância). Professores e estudantes estarão conectados just in time para compartilhar suas reflexões, construção de conhecimentos novos e fortalecimento da aprendizagem colaborativa. stela.piconez - stela.piconez stela.piconez May 13, 2017
  • Penso que a tecnologia da informação irá revolucionar a industria da educação como vêm revolucionando outras industrias do conhecimento e de propriedade intelectual como a indústria fonográfica, editorial e de jornais. Assim como em educação todos estão no negócio da Produção e Disseminação de Conteúdo (monetizando a propriedade intelectual). Eles prospectam, aglutinam, produzem, processam e gerenciam conhecimento e informação. Alguns dados do impacto da tecnologia nessas industrias podem ser encontrado em https://www.linkedin.com/pulse/o-necess%C3%A1rio-redesign-do-servi%C3%A7o-de-educa%C3%A7%C3%A3o-villas-b%C3%B4as-albergaria. No caso de educação ainda estamos protegidos por uma legislação protecionista que inviabiliza (de forma abrangente) a mera concepção de um curso superior de EAD em Direito, Medicina, Odontologia ou Psicologia, por exemplo, ou que um autodidata em Administração possa ser contratado em um departamento pessoal para sua prática profissional sem um diploma. Essa legislação impede a cultura de self learning. Ainda que todo o conhecimento de muitas dessas profissões esteja disponível e muitos auto ditadas são infinitamente mais bem preparados que seus pares diplomados a lei ainda é distoa da realidade. E isso torna-se muito mais evidente com a revolução mobile que permite o acesso a IPs em - virtualmente - qualquer lugar. Assim como quebra o paradigma espacial (torna-se possível estudar em virtualmente qualquer lugar) o paradigma temporal poderia ser quebrado. Autoditadas - ou estudantes tutoriados - conseguiriam percorrer trilhas didático pedagógicas, se motivados e interessados, em muito menos tempo. Ainda assim, a lei restringe o tempo mínimo para a finalização de diversos cursos e níveis de ensino. - rafa_villas_boas rafa_villas_boas May 25, 2017
  • Não paramos para pensar, mas o trafego mobile ultrapassou o trafego em desktop em 2013-2014 (ha 4 anos!!!).
    Naquele ano, segundo os dados do Censo do EAD 2013, produzido pela Associação Brasileira da Educação à Distância (ABED), apenas 39,8% das instituições pesquisadas utilizavam dispositivos móveis nos cursos uma maioria esmagadora (principalmente entre as formadoras) não fazia uso dessas tecnologias em seus cursos. Ainda:
    - o usuário checa em média seu celular 150 vezes ao longo do dia.
    - 30% dos usuários abandonam um site caso a experiência não tenha sido otimizada para celulares;
    - 71% esperam que os sites mobile abram tão ou mais rápido que suas versões para desktop.
    - 50% dos usuários esperam que a tarefa seja realizada mais facilmente em mobile do que no mundo físico, e 51% do que nos desktops. - rafa_villas_boas rafa_villas_boas May 25, 2017
  • O uso de aplicativos em dispositivos móveis já é um fenômeno mundial. O que os aplicativos mostram hoje que podem ser uma importante ferramenta aliada de professores para garantir a autonomia dos alunos, ou seja para amenizar barreiras ou para personalizar o aprendizado do ensino. Uso de APPS podem ser relevantes nas seguintes areas;
  • 1. Entretenimento; estudos mostram que apps promovem um maior entretenimento entre os jovens. Mostra que o aprendizado/estudo e mais ativo que passivo. A forma de ensino de forma mais “gameficada” torna os alunos mais motivados em aprender.
    2. Disponibilidade 24/7: Diferente as escolas os APPs oferecem uma disponibilidade continue; dentro e fora do horaria escolar.
    3. Aprendizado systemica; os APPS proporcionam um maior aprendizado dos conteúdos acadêmicos ao aluno, por meio da aquisição de habilidades socioemocionais. E oferece estratégias instrucionais de fácil implantação em qualquer disciplina, aumentando o envolvimento dos alunos e promovendo o aprendizado efetivo.
    4. Os aplicativos podem ser efetivo para os alunos fora da escola mais também para os professores. Nos EEU 73% dos professores tem utilizado aplicativos de forma autodidata.
    5. Aprender idiomas; A utilização de apps para aprenderr novas línguas tem sido efetivo.
    6. Montar novas práticas didáticas de apoio à aprendizagem; por exemplo uso do acelerômetro dos smartphones em uma atividade sobre força centrípeta.
    7. Ajuda a estudantes com deficienca: tem alunos com autismo e déficit de atenção, a metodologia ajuda a ampliar o desenvolvimento do aluno autista como se interagir com o resto da turma.
    - juan.moreno juan.moreno Jun 12, 2017

(2) Quais temas estão faltando da descrição acima que você considera importante?

  • é muito importante que estudantes e professores tenham acesso à mesma qualidade de informação, o que evitaria o apartheid digital. Para isto, uma tecnologia como cloud computing possibilita acesso universal a conteúdos desenvolvidos por professores e/ou especialistas em cada área de conhecimento. stela.piconez- stela.piconez stela.piconez May 13, 2017
  • E importante entender como a Lei poder ser promovido para democratizar o uso de aparelhos em escolas. Em Pernambuco, por exemplo, como em outros seis estados do País, a Assembleia Legislativa aprovou recentemente lei segundo a qual é proibido o uso de aparelhos celulares e equipamentos eletrônicos nos estabelecimentos de ensino públicos ou privados. - juan.moreno juan.moreno Jun 12, 2017

(3) O que você vê como o impacto potencial desta tecnologia no aprendizado, ensino ou investigação criativa?

  • grande impacto no ensino. Em conjunto com outras tecnologias tenderá ao aumento da eficiência no processo de ensinar-aprender. - marcelo.correa marcelo.correa May 3, 2017
  • a possibilidade de acesso a informação e conteúdo escolar/educacional de forma contínua e onde/quando o aluno quiser. No entanto, isso também pode impactar a qualidade do conteúdo de forma negativa, já que os usuários tendem a não serem engajados de forma profunda pelo conteúdo exibido no celular (https://www.impactbnd.com/blog/mobile-marketing-statistics-for-2016) . - paulo.dantas paulo.dantas May 6, 2017

(4) Você tem ou conhece algum projeto sendo trabalhado nesta área?

  • Sim, a Cultura Inglesa São Paulo e a Faculdade Cultura Inglesa adotaram aplicativos que expandem o conteúdo trabalhado em sala de aula, incluindo conteúdo offline. - paulo.dantas paulo.dantas May 6, 2017
  • adicione sua resposta aqui
  • O professor Paulo Francisco Slomp e estudante André Ferreira Machado, ambos da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), criaram uma a tabela que reúne 305 aplicativos de ensino, que podem ser usados como complemento para o processo de ensino-aprendizagem. http://porvir.org/300-aplicativos-educacionais-abertos-para-usar-em-sala-de-aula/. - juan.moreno juan.moreno Jun 12, 2017

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