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Friday, June 30

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    Um exemplo de prática: Evidências no ensino de Engenharia. Com o intuito de melhorar o rendimento acadêmico em Física dos ingressantes nos cursos de Engenharias, a Estácio introduziu há pouco mais de dois anos a disciplina “Bases Físicas para Engenharia”. Entre os objetivos estratégicos, estava o de adequar o ensino, customizando-o ao perfil dominante dos ingressantes, em geral com formação anterior deficiente em Física. A disciplina foi projetada para ser um dos paradigmas do projeto inovador “Ensino 2020”, tendo nascida híbrida (metade presencial e metade a distância) e baseada na plataforma de aprendizagem inovadora SAVA (“Sala Virtual de Aprendizagem”). Neste ambiente interativo, o educando acessa videoaulas ministradas por, reconhecidamente, melhores professores de Física do país (de fora e de dentro da Estácio), textos, objetos de aprendizagem, resolução interativa de exercícios, orientação para realização de atividades práticas etc. Aspectos conceituais e históricos da Física conectada à Engenharia são explorados nesta disciplina, incluindo as bases do método científico e o estímulo à aprendizado a partir de situações contextualizadas. Fruto do aumento de acessibilidade ao ensino superior na última década e da maior demanda por profissionais com conhecimentos técnicos, tecnológicos e científicos mais profundos, a opção por cursos de Engenharias é, definitivamente, uma marca dos tempos atuais. O incremento da participação do setor privado no ensino superior implicou em maior oferta de cursos no período noturno, viabilizando que profissionais que trabalham durante o dia pudessem cursar Engenharia. Diferentemente de cursos nas áreas de Gestão, Licenciaturas ou de Tecnólogos de nível superior, as carreiras em Engenharias exigem uma base diferenciada de conhecimentos preliminares de Matemática e Ciências. Em geral esses ingressantes não as têm no nível desejado, demandando, portanto, a adoção de medidas extraordinárias, sem o que as reprovações e consequentes desistências se tornam rotinas. Com o intuito de diminuir a grande reprovação em disciplinas iniciais de Física ao longo do primeiro ano, as quais, juntamente com Matemática, eram as grandes responsáveis pelo expressivo abandono, a partir de 2015, os ingressantes em cursos de Engenharias, antes de cursarem as disciplinas tradicionais de Física, passaram a cursar “Bases Físicas para Engenharia”. Os resultados preliminares são surpreendentemente positivos, atestando de forma inequívoca que o caminho adotado de introduzir uma disciplina preparatória, que antecede as tradicionais, está sendo muito bem-sucedido. Submetidos os alunos ao mesmo rigor e exigência, o índice de reprovação que era de 54,3 % em Física I em 2015/2 (alunos que não fizeram a disciplina preparatória) caiu para 19,7% em 2016/1 (alunos que tiveram a oportunidade de frequentar a disciplina introdutória). A consistência permanece em Física II, onde a reprovação que era de 32,3% foi reduzida para 11,7%. Ou seja, em termos práticos, mais de um terço da turma que tipicamente era reprovada, com enormes chances de abandono, foram, fruto desta estratégia educacional, aprovados. Ressalte-se que com grandes possibilidades de cumprirem com sucesso seus planos de se tornarem Engenheiros, dado que as reprovações nos anos seguintes retornam aos níveis de normalidade. Em suma, trata-se de exemplo simples de abordagem educacional que viabiliza àqueles que, em geral, seriam assumidos como incapazes de cursar Engenharias, por falta de bagagem preliminar em Ciências e Matemática, uma vez expostos à correta abordagem educacional, possam obter sucesso. Esses alunos que lograram êxito na superação de suas deficiências anteriores, ao atingirem o nível desejado, não são simplesmente iguais àqueles que, eventualmente, já apresentavam os rendimentos esperados. Eles são melhores, dado que atingiram o mesmo patamar, mas incorporaram algo a mais: a capacidade da superação, aumento da autoestima e o consequente aprimoramento da capacidade de aprender a aprender. São essas evidências, ancoradas em experiências monitoradas, que dão solidez às teorias, sobre as quais, em geral, temos somente opinião prévia antes que o exercício prático no campo real nos dê a devida segurança. É sim possível customizar trilhas educacionais, dirigidas a propósitos e educandos específicos, a partir de corretos pressupostos do processo ensino-aprendizagem. [Nota do Editor: comentario criado por ronamota - na area de comentarios do IP4 - e transferida para essa area]
    [Nota do Editor: Movidos do IP4]
    LinguagensEnsinamento de Linguagens de Programação Básicas e Modernas
    Linguagens de programação são um grupo de regras que os computadores entendem e que podem tomar o formato de varias linguagens como HTML, JavaScript, e PHP. Muitos educadores veem linguagens de programação como uma solução para estimular o pensamento computacional: as habilidades necessárias para aprender linguagens de programação combinam um profundo conhecimento de ciência de computação com criatividade e construção de soluções. Code.org recentemente projetou que em 2020 existirão mais de 1.4 milhões de trabalhos em computação, mas só 400.000 estudantes de ciência de computação poderão preenche-los. Para preparar melhor os estudantes jovens, um grande numero de lideres educacionais e tecnologistas sugerem que o ensinamento de linguagens de programação básicas e modernas sejam integradas no currículo de escolas fundamentais e de ensino médio. Escolas no mundo inteiro estão desenvolvendo programas de ensino de linguagens de programação aonde os estudante trabalham de forma colaborativa criando websites, jogos educacionais e aplicativos de celular, e criam soluções para desafios de protótipos de novos produtos. Soluções como o Raspberry Pi, Scratch, e LegoNXT facilitam o aprendizado das linguagens de programação de estudantes jovens. Linguagens
    de Programação
    ...
    & Programação BásicaTodosBásica
    Todos
    os cursos
    ...
    do IP2]
    BUILDING
    BUILDING ENVIRONMENTS (Coding,
    ...
    Languages, Sandboxes, etc.)
    Capacitar
    etc.)Capacitar estudantes para
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    8:14 am
  2. page Trends edited ... Um exemplo de prática: Evidências no ensino de Engenharia. Com o intuito de melhorar o rendime…
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    Um exemplo de prática: Evidências no ensino de Engenharia. Com o intuito de melhorar o rendimento acadêmico em Física dos ingressantes nos cursos de Engenharias, a Estácio introduziu há pouco mais de dois anos a disciplina “Bases Físicas para Engenharia”. Entre os objetivos estratégicos, estava o de adequar o ensino, customizando-o ao perfil dominante dos ingressantes, em geral com formação anterior deficiente em Física. A disciplina foi projetada para ser um dos paradigmas do projeto inovador “Ensino 2020”, tendo nascida híbrida (metade presencial e metade a distância) e baseada na plataforma de aprendizagem inovadora SAVA (“Sala Virtual de Aprendizagem”). Neste ambiente interativo, o educando acessa videoaulas ministradas por, reconhecidamente, melhores professores de Física do país (de fora e de dentro da Estácio), textos, objetos de aprendizagem, resolução interativa de exercícios, orientação para realização de atividades práticas etc. Aspectos conceituais e históricos da Física conectada à Engenharia são explorados nesta disciplina, incluindo as bases do método científico e o estímulo à aprendizado a partir de situações contextualizadas. Fruto do aumento de acessibilidade ao ensino superior na última década e da maior demanda por profissionais com conhecimentos técnicos, tecnológicos e científicos mais profundos, a opção por cursos de Engenharias é, definitivamente, uma marca dos tempos atuais. O incremento da participação do setor privado no ensino superior implicou em maior oferta de cursos no período noturno, viabilizando que profissionais que trabalham durante o dia pudessem cursar Engenharia. Diferentemente de cursos nas áreas de Gestão, Licenciaturas ou de Tecnólogos de nível superior, as carreiras em Engenharias exigem uma base diferenciada de conhecimentos preliminares de Matemática e Ciências. Em geral esses ingressantes não as têm no nível desejado, demandando, portanto, a adoção de medidas extraordinárias, sem o que as reprovações e consequentes desistências se tornam rotinas. Com o intuito de diminuir a grande reprovação em disciplinas iniciais de Física ao longo do primeiro ano, as quais, juntamente com Matemática, eram as grandes responsáveis pelo expressivo abandono, a partir de 2015, os ingressantes em cursos de Engenharias, antes de cursarem as disciplinas tradicionais de Física, passaram a cursar “Bases Físicas para Engenharia”. Os resultados preliminares são surpreendentemente positivos, atestando de forma inequívoca que o caminho adotado de introduzir uma disciplina preparatória, que antecede as tradicionais, está sendo muito bem-sucedido. Submetidos os alunos ao mesmo rigor e exigência, o índice de reprovação que era de 54,3 % em Física I em 2015/2 (alunos que não fizeram a disciplina preparatória) caiu para 19,7% em 2016/1 (alunos que tiveram a oportunidade de frequentar a disciplina introdutória). A consistência permanece em Física II, onde a reprovação que era de 32,3% foi reduzida para 11,7%. Ou seja, em termos práticos, mais de um terço da turma que tipicamente era reprovada, com enormes chances de abandono, foram, fruto desta estratégia educacional, aprovados. Ressalte-se que com grandes possibilidades de cumprirem com sucesso seus planos de se tornarem Engenheiros, dado que as reprovações nos anos seguintes retornam aos níveis de normalidade. Em suma, trata-se de exemplo simples de abordagem educacional que viabiliza àqueles que, em geral, seriam assumidos como incapazes de cursar Engenharias, por falta de bagagem preliminar em Ciências e Matemática, uma vez expostos à correta abordagem educacional, possam obter sucesso. Esses alunos que lograram êxito na superação de suas deficiências anteriores, ao atingirem o nível desejado, não são simplesmente iguais àqueles que, eventualmente, já apresentavam os rendimentos esperados. Eles são melhores, dado que atingiram o mesmo patamar, mas incorporaram algo a mais: a capacidade da superação, aumento da autoestima e o consequente aprimoramento da capacidade de aprender a aprender. São essas evidências, ancoradas em experiências monitoradas, que dão solidez às teorias, sobre as quais, em geral, temos somente opinião prévia antes que o exercício prático no campo real nos dê a devida segurança. É sim possível customizar trilhas educacionais, dirigidas a propósitos e educandos específicos, a partir de corretos pressupostos do processo ensino-aprendizagem. [Nota do Editor: comentario criado por ronamota - na area de comentarios do IP4 - e transferida para essa area]
    [Nota do Editor: Movidos do IP4]
    Linguagens de Programação mais modernas (Ruby, Swift, etc) & Programação BásicaTodos os cursos deveriam ter o mínimo de programação para que seus estudantes não sejam analfabetos tecnológicos.rodrigo_de_Alvarenga Jun 18, 2017 [Nota do Editor: Movidos do IP2]
    BUILDING ENVIRONMENTS (Coding, Programming Languages, Sandboxes, etc.)
    Capacitar estudantes para interagir de fato com os recursos computacionais, passa por desenvolvimento de maior intimidade com hardware e software. Sem discordar do papel dos “tradutores” que automatizam essa construção, o espaço para real criação e inovação se dá com maior domínio dos BUILDING ENVIRONMENTS, incluindo as mais modernas e flexíveis linguagens de programação (i.e., Python e Swift), seus respectivos ambientes de desenvolvimento e multitude de recursos disponíveis (i.e. bibliotecas). Daí minha expectativa consciente do componente de tecnologias de construção de soluções.[Nota do Editor: comentarios criado por edgardbc - na area de comentarios do IP2 - e transferida para essa area]

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    7:11 am
  3. page New Topic edited ... Apps rafa_villas_boas May 26, 2017 [Nota do Editor: Este tópico foi combinado com Aprendizado …
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    Apps rafa_villas_boas May 26, 2017 [Nota do Editor: Este tópico foi combinado com Aprendizado Movel no tema Tecnologias de Aprendizado no IP1.]
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    ao IP4
    Línguas (Inglês e Mandarim)O Brasil e nossos estudantes tem baixíssima inserção no mercado global devido a nossa desatualização em termos de conteúdo, abordagem e, principalmente, capacidade de interação com outros, países e mercados. Comunicação é um tema antigo, mas continua sendo a chave para alcançar escala do ponto de vista da inovação e da geração de valor. rodrigo_de_Alvarenga Jun 18, 2017
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    Outros topicosAdicionados ao IP3
    Linguagens de Programação mais modernas (Ruby, Swift, etc) & Programação BásicaTodos os cursos deveriam ter o mínimo de programação para que seus estudantes não sejam analfabetos tecnológicos.rodrigo_de_Alvarenga Jun 18, 2017
    BUILDING ENVIRONMENTS (Coding, Programming Languages, Sandboxes, etc.)
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    7:09 am

Thursday, June 29

  1. page New Topic edited ... Importante destacar que os resultados acima apresentados refletem as reações frente a um siste…
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    Importante destacar que os resultados acima apresentados refletem as reações frente a um sistema educacional específico e respostas a um conjunto particular de testes. Além disso, eles não significam que o desempenho acadêmico total de um aluno é determinado exclusivamente pela genética. No entanto, escores poligênicos, segundo os autores, podem prover com antecedência informações relevantes acerca da maior ou menor predisposição genética de a criança/adolescente vir a apresentar baixo (ou alto) desempenho em tais testes padronizados. Desta forma, viabilizando abordagens personalizadas, em função das circunstâncias específicas, é possível alterar, em tempo hábil, a eficiência do processo de aprendizagem.
    Uma grande constatação educacional do mundo contemporâneo - e linha de frente a ser melhor explorada - é que cada educando aprende de maneira única, demandando que ofertemos percursos educacionais múltiplos onde cada um possa encontrar os caminhos que melhor possa se adaptar. Abordagens baseadas na analítica da aprendizagem são ferramentas muito úteis e fazem parte da solução proposta (http://reitoronline.ig.com.br/index.php/2016/09/26/analitica-da-aprendizagem-e-parte-da-solucao/). Elas devem ser complementadas com contribuições que a genética, além de dados de diversos fatores ambientais e sócio-demográficos, pode nos oferecer.
    ...
    de biodesign pode sersera incluido no
    [Nota do Editor: Este parece realmente ser um aspecto importante do entendimento da aprendizagem e vamos adicioná-lo ao tema Tecnologias de Aprendizado no IP1.]
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    Realidade Aumentadacristiana.mattos May 28, 2017Diferente da realidade virtual ou realidade mista já descritos, a realidade aumentada tem sido mais presente nas escolas. Aplicativos como QR Code e Aurasma permitem ao professor e aluno facilmente colocar informações em cima de objetos que serão explorados. Alguns exemplos - colocar geolocalização em cima de imagem de mapas. Colocar vídeos, explicações em texto e animações em cima de obras de arte para incrementar o tour. [Nota do Editor: Este tópico foi combinado com Realidade Mista no tema Tecnologias de Visualização no IP1. Realidade Mista cobre o tópico de Realidade Aumentada.]
    Games and Gamification rafa_villas_boas May 26, 2017
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    essa area]
    Considerando-se
    Considerando-se as possibilidades
    ...
    essa area]
    Aprendizagem
    Aprendizagem com videogames.
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    em equipe;
    [Nota
    [Nota do Editor:
    [Nota do Editor: Desde 2015, o tema "Games and Gamification" foi retirado do relatório do NMC. De acordo com os editores do relatorio do NMC em 2015, este foi um tópico que foi repetidamente votado pelos painéis de especialistas e que não saía do horizonte de médio prazo por mais de meia década. Isto foi um sinal de que era hora de aposentar este tópico até que novos desenvolvimentos e exemplos de uso mostrassem que seria adotado de forma ampla na educação. Parte dos beneficios da gamificacao, como o use de badges, sao listados na categoria Tecnologia de Microaprendizagem]
    Computação cognitivaDe acordo com o professor André Carvalho, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), “é um sistema de computação que combina duas áreas: inteligência artificial e processamento de sinais. Significa tudo o que é classificado como inteligência ou raciocínio que é feito por computação. É a próxima geração da computação, em que pessoas e sistemas de computação trabalham juntos para melhorar a capacidade dos seres humanos para aprender, criar, pensar e tomar decisões. (http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-exatas-e-da-terra/projetos-da-usp-sobre-computacao-cognitiva-recebem-apoio-da-ibm/) Andrea.Filatro Jun 18, 2017[Nota do Editor: Este tópico foi combinado com Inteligencia Artificial no tema Tecnologias Facilitadoras no IP1.]
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    do Editor: EstetópicoEste tópico foi combinado
    ...
    implementadas plenamente.
    [Nota
    [Nota do Editor: commentarioscomentarios criado por
    Os avanços naturais dos assistentes virtuais e dos protocolos de comunicação da IoT oferecem os recursos básicos para os passos iniciais de desenvolvimento e prototipação dos NBTAs possam ser dados. Estes agentes representam processo de transformação mais intenso de segmentos de treinamento e educação, capazes de acumular, de forma estruturada ou não-estruturada, coleção de conhecimento, habilidades e atitudes para serem compartilhadas com os estudantes ou aprendizes. Num primeiro momento o compartilhamento se dá de forma assistida e em meio virtual, passando para formas com maior nível de autonomia. [Nota do Editor: commentarios criado por edgardbc - na area de comentarios - e transferida para essa area][Nota do Editor: Este tópicos foram combinados com Tecnologias de Aprendizado Adaptativa no tema Tecnologias de Aprendizado no IP1.]
    Biodesign rodrigo_de_Alvarenga Jun 18, 2017Tendência que vem ganhando força ao combinar os aspectos do Design com temas derivados da biologia. [Nota do Editor: Este tópico e combinado com o novo tópico do IP1: Edugenomica.]
    Realidade Virtual de baixo custo
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    do Editor: commentarioscomentarios criado por
    Apps rafa_villas_boas May 26, 2017 [Nota do Editor: Este tópico foi combinado com Aprendizado Movel no tema Tecnologias de Aprendizado no IP1.]
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    Adicionados ao IP4
    Línguas (Inglês e Mandarim)O Brasil e nossos estudantes tem baixíssima inserção no mercado global devido a nossa desatualização em termos de conteúdo, abordagem e, principalmente, capacidade de interação com outros, países e mercados. Comunicação é um tema antigo, mas continua sendo a chave para alcançar escala do ponto de vista da inovação e da geração de valor. rodrigo_de_Alvarenga Jun 18, 2017
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    Outros topicos

    Linguagens de Programação mais modernas (Ruby, Swift, etc) & Programação BásicaTodos os cursos deveriam ter o mínimo de programação para que seus estudantes não sejam analfabetos tecnológicos.rodrigo_de_Alvarenga Jun 18, 2017
    BUILDING ENVIRONMENTS (Coding, Programming Languages, Sandboxes, etc.)
    ...
    do Editor: commentarioscomentarios criado por
    ...
    essa area]
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    Línguas (Inglês e Mandarim)O Brasil e nossos estudantes tem baixíssima inserção no mercado global devido a nossa desatualização em termos de conteúdo, abordagem e, principalmente, capacidade de interação com outros, países e mercados. Comunicação é um tema antigo, mas continua sendo a chave para alcançar escala do ponto de vista da inovação e da geração de valor. rodrigo_de_Alvarenga Jun 18, 2017
    [Nota do Editor: Movido para IP4]

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    12:10 pm
  2. page Trends edited ... Componha seus textos assim: Nome da Tendência.Adicione suas ideias aqui com algumas sentenças…
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    Componha seus textos assim:
    Nome da Tendência.Adicione suas ideias aqui com algumas sentenças de descrição incluindo URLs para referências (e.g. http://horizon.nmc.org). E não se esqueça de assinar a sua contribuição com 4 caracteres til ~ (til).
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    Abordagens de Aprendizagem Colaborativa
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    em quatro princípios:colocarprincípios: colocar o aluno
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    do IP3]
    Aumento no Uso de Projetos de Aprendizagem Híbrida
    Ao longo dos últimos anos, a percepção de aprendizagem on-line foi mudando à medida em que alunos e educadores passaram a vê-la como uma alternativa viável para algumas formas de aprendizagem presencial. Relacionando as melhores práticas de métodos online e presencial, a aprendizagem híbrida está em ascensão nas escolas. As ofertas de cursos com aprendizagem híbrida estão agora bem compreendidas. Sua flexibilidade, facilidade de acesso, bem como a integração de multimídia e tecnologias sofisticadas são atributos. Desenvolvimentos recentes de modelos de negócio para as universidades estão aumentando as apostas de inovação nestes ambientes digitais, que são agora amplamente considerados maduros para novas ideias, serviços e produtos. Crescendo de forma constante, o foco recente na rápida ascensão e queda de cursos on-line massivos abertos (MOOCs) levou à conclusão de que esses tipos de ofertas podem ser modismos. No entanto, o progresso na análise da aprendizagem, aprendizagem adaptativa e uma combinação de ferramentas continuarão avançando o estado de aprendizagem on-line e mantendo-a atraente; embora muitos destes métodos ainda sejam os sujeitos das experiências e pesquisas por parte dos escolas e provedores de aprendizagem online.cristiana.mattos~Outra porta que foi aberta com a aprendizagem híbrida foi a proposta de sala de aula invertida, onde os alunos fazem o trabalho individual em casa e online, e aproveitam o tempo da aula para atividades mais sociais da aprendizagem, como discussão, construção de projetos e tirar dúvidas. Nessa linha, vale incluir os conceitos de Cibridismo e Always On para descrever a dissolução de fronteiras entre o mundo online e offline, especialmente pela utilização de dispositivos móveis (GABRIEL, M. Educ@R: A (r)evolução digital na educação. São Paulo: Saraiva, 2013.) Andrea.Filatro Jun 18, 2017 Cursos na modalidade EAD com a previsão de encontros presenciais já buscam utilizar estratégias de metodologias ativas, como a Sala de Aula Invertida ou Aprendizagem Baseada em Problemas, para potencializar os momentos presenciais e online de aprendizagem. marcos.galini~ Acredito que nesse caso estamos tratando de uma ferramenta que deve ter seu uso ampliado nos próximos anos. rodrigo_de_Alvarenga Jun 26, 2017
    Foco crescente em mensuração da aprendizagem
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    do Editor: commentariocomentario criado por
    Incentivando Culturas de Mudança e Inovação
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    do Editor: commentariocomentario criado por
    O aumento da colaboração entre as instituições
    A ação coletiva entre as escolas e distritos está cada vez mais importante para o futuro do ensino superior. Cada vez mais, as instituições estão se juntando em consórcios – associações de duas ou mais organizações – para juntar recursos ou se alinhar estrategicamente com a inovação na educação básica. Hoje o ambiente global está permitindo que as universidades se unam através de fronteiras internacionais e trabalhem juntos objetivos comuns de tecnologia, pesquisa e valores compartilhados. O suporte da tecnologia nas salas de aula reforçou a tendência de comunidades abertas e consórcios de universidades, na medida que educadores e administradores reconhecem a ação coletiva como um método sustentável de apoiar atualizações em infraestrutura tecnológica e serviços de TI. O uso de consórcios possibilita uma otimização de recursos, principalmente na compra de "serviços" e "produtos", realização de ações acadêmicas etc. Vimos recentemente o decreto 9.057 que estabelece a possibilidade de realização de "parceria" na oferta de cursos EAD. marcos.galini~
    Priorização da Experiência do Usuário
    ...
    e apps.
    [Nota

    [Nota
    do Editor: commentariocomentario criado por
    Proliferação de Recursos Educacionais Abertos
    Definido pela Fundação Hewlett, em 2002, recursos educacionais abertos (REA) são "recursos de ensino, aprendizagem e pesquisa que residem no domínio público ou que tenham sido publicados sob uma licença de propriedade intelectual que permita a sua utilização". Os REA receberam grande atenção quando o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) fundou a iniciativa MIT OpenCourseWare (OCW), em 2001, disponibilizando materiais de mais de 2.200 dos seus cursos disponíveis on-line, de forma gratuita. Logo após, universidades de prestígio, incluindo Carnegie Mellon University e Universidade de Harvard, entre outras, lançaram suas próprias iniciativas de aprendizagem aberta. Entender que o termo "aberto" é um conceito multifacetado é essencial para seguir esta tendência no ensino superior; muitas vezes confundido por simplesmente ser "gratuito", defensores de recursos educacionais abertos têm trabalhado em uma visão comum que os definem de forma mais ampla – e não apenas livre em termos econômicos, mas também em termos de direitos de propriedade e de uso.cristiana.mattos May 28, 2017Esta é uma tendência muito forte no Brasil.
    ...
    Alguns líderes acreditam que novas formas de ensino e aprendizagem requerem novos espaços de ensino e aprendizagem. Universidades estão ajudando a facilitar esses modelos emergentes da educação, como a sala de aula invertida, reorganizando os ambientes de aprendizagem para acomodar uma aprendizagem mais ativa. Cenários de educação são cada vez mais concebidos para facilitar as interações baseadas em projetos com atenção à mobilidade, flexibilidade e uso de vários dispositivos. A Internet banda larga está sendo utilizada em instituições para criar "salas inteligentes" que suportam conferências via web e outros métodos de comunicação remota. Grandes telas estão sendo instaladas para permitir a colaboração em projetos digitais e apresentações informais. O ensino superior se afasta da aula tradicional baseada em palestra e se aproxima de uma dinâmica mais prática. Salas de aula universitárias vão começar a assemelhar-se a ambientes de trabalho e sociais do mundo real que facilitam as interações orgânicas e resolução de problemas interdisciplinares.cristiana.mattos May 28, 2017Esta é uma tendência forte no Brasil. Novos modelos de curso como o curso de medicina do Einstein, o de engenharia do Insper, o PBL na FGV já mostram o caminho para estas transformações.
    Repensando como as escolas funcionam
    ...
    novos tempos;
    [Nota

    [Nota
    do Editor: commentariocomentario criado por
    Surgimento de Novas Formas de Estudos Interdisciplinares
    De acordo com o Melbourne Sustainable Society Institute, a pesquisa multidisciplinar refere-se à exploração e às atividades em campos aparentemente diferentes. Pesquisas em humanidades digitais e computacionais sociais estão abrindo áreas pioneiras de pesquisa multidisciplinar em bibliotecas e formas inovadoras de bolsas de estudo e publicação. Pesquisadores, juntamente com técnicos acadêmicos e desenvolvedores, estão rompendo barreiras com estruturas de dados, visualização, aplicações geoespaciais e utilizações inovadoras de ferramentas abertas. Ao mesmo tempo, eles são pioneiros de novas formas de publicação acadêmica que combinam o tradicional estilo de impressão com ferramentas dinâmicas e interativas, o que permite a manipulação em tempo real de dados de pesquisa. Aplicando métodos quantitativos para disciplinas tradicionalmente qualitativas levou a novas categorias de pesquisa, como por exemplo, leitura distante e macroanálise – o estudo de grandes corpus de textos em oposição a uma leitura profunda de alguns textos. Estas áreas emergentes podem levar a novos desenvolvimentos na educação, mas estruturas organizacionais eficazes terão de ser implementadas para apoiar as novidades.cristiana.mattos May 28, 2017Esta é outra tendência forte, mas que parece que tem penetração mais rápida no ensino básico do que no ensino superior.
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    Mudança para abordagens de aprendizagem profunda
    Há uma nova ênfase na sala de aula em abordagens de aprendizagem profunda, definida pela Alliance for Excellent Education como a entrega de conteúdo para os alunos de forma inovadora que lhes permitam aprender e, em seguida, aplicar o que aprenderam. Aprendizagem baseada em projetos, aprendizagem baseada em problemas, aprendizagem investigativa, aprendizagem baseada em desafios e métodos semelhantes promovem experiências de aprendizagem mais ativa, tanto dentro como fora da sala de aula. Tecnologias, como tablets e smartphones estão sendo aceitos mais facilmente nas escolas, portanto os educadores estão utilizando estas ferramentas, que os alunos já utilizam, para interligar o currículo escolar com práticas da vida real. Estas abordagens ativas de aprendizagem são mais centradas no aluno, permitindo que eles assumam o controle de como se envolvem com um assunto e podendo debater e implementar soluções para problemas locais e globais. A esperança é que se os alunos podem relacionar o material estudado com as suas próprias vidas, eles vão ficar mais animados para aprender e depreender com maior produndidade o assunto.cristiana.mattos May 28, 2017Esta abordagem está cada vez mais crescente.
    ContribuicoesNivelamento de ingressantes do Ensino Superior
    Um exemplo de prática: Evidências no ensino de Engenharia. Com o intuito de melhorar o rendimento acadêmico em Física dos ingressantes nos cursos de Engenharias, a Estácio introduziu há pouco mais de dois anos a disciplina “Bases Físicas para Engenharia”. Entre os objetivos estratégicos, estava o de adequar o ensino, customizando-o ao perfil dominante dos ingressantes, em geral com formação anterior deficiente em Física. A disciplina foi projetada para ser um dos paradigmas do projeto inovador “Ensino 2020”, tendo nascida híbrida (metade presencial e metade a distância) e baseada na plataforma de aprendizagem inovadora SAVA (“Sala Virtual de Aprendizagem”). Neste ambiente interativo, o educando acessa videoaulas ministradas por, reconhecidamente, melhores professores de Física do país (de fora e de dentro da Estácio), textos, objetos de aprendizagem, resolução interativa de exercícios, orientação para realização de atividades práticas etc. Aspectos conceituais e históricos da Física conectada à Engenharia são explorados nesta disciplina, incluindo as bases do método científico e o estímulo à aprendizado a partir de situações contextualizadas. Fruto do aumento de acessibilidade ao ensino superior na última década e da maior demanda por profissionais com conhecimentos técnicos, tecnológicos e científicos mais profundos, a opção por cursos de Engenharias é, definitivamente, uma marca dos tempos atuais. O incremento da participação do setor privado no ensino superior implicou em maior oferta de cursos no período noturno, viabilizando que profissionais que trabalham durante o dia pudessem cursar Engenharia. Diferentemente de cursos nas áreas de Gestão, Licenciaturas ou de Tecnólogos de nível superior, as carreiras em Engenharias exigem uma base diferenciada de conhecimentos preliminares de Matemática e Ciências. Em geral esses ingressantes não as têm no nível desejado, demandando, portanto, a adoção de medidas extraordinárias, sem o que as reprovações e consequentes desistências se tornam rotinas. Com o intuito de diminuir a grande reprovação em disciplinas iniciais de Física ao longo do primeiro ano, as quais, juntamente com Matemática, eram as grandes responsáveis pelo expressivo abandono, a partir de 2015, os ingressantes em cursos de Engenharias, antes de cursarem as disciplinas tradicionais de Física, passaram a cursar “Bases Físicas para Engenharia”. Os resultados preliminares são surpreendentemente positivos, atestando de forma inequívoca que o caminho adotado de introduzir uma disciplina preparatória, que antecede as tradicionais, está sendo muito bem-sucedido. Submetidos os alunos ao mesmo rigor e exigência, o índice de reprovação que era de 54,3 % em Física I em 2015/2 (alunos que não fizeram a disciplina preparatória) caiu para 19,7% em 2016/1 (alunos que tiveram a oportunidade de frequentar a disciplina introdutória). A consistência permanece em Física II, onde a reprovação que era de 32,3% foi reduzida para 11,7%. Ou seja, em termos práticos, mais de um terço da turma que tipicamente era reprovada, com enormes chances de abandono, foram, fruto desta estratégia educacional, aprovados. Ressalte-se que com grandes possibilidades de cumprirem com sucesso seus planos de se tornarem Engenheiros, dado que as reprovações nos anos seguintes retornam aos níveis de normalidade. Em suma, trata-se de exemplo simples de abordagem educacional que viabiliza àqueles que, em geral, seriam assumidos como incapazes de cursar Engenharias, por falta de bagagem preliminar em Ciências e Matemática, uma vez expostos à correta abordagem educacional, possam obter sucesso. Esses alunos que lograram êxito na superação de suas deficiências anteriores, ao atingirem o nível desejado, não são simplesmente iguais àqueles que, eventualmente, já apresentavam os rendimentos esperados. Eles são melhores, dado que atingiram o mesmo patamar, mas incorporaram algo a mais: a capacidade da superação, aumento da autoestima e o consequente aprimoramento da capacidade de aprender a aprender. São essas evidências, ancoradas em experiências monitoradas, que dão solidez às teorias, sobre as quais, em geral, temos somente opinião prévia antes que o exercício prático no campo real nos dê a devida segurança. É sim possível customizar trilhas educacionais, dirigidas a propósitos e educandos específicos, a partir de corretos pressupostos do processo ensino-aprendizagem. [Nota do Editor: comentario criado por ronamota - na area de comentarios do IP4 - e transferida para essa area]
    [Nota do Editor: Movidos do IP4]
    __
    Contribuicoes
    da area thede comentarios
    Somos todos capazes de prever o futuro, mesmo porque assim o fazemos espontaneamente todos os dias. Seja quando planejamos nosso cotidiano, seja quando tentamos programar os próximos passos de nossas vidas. No entanto, rigorosamente, ninguém sabe o futuro. Mesmo assim, todos fazemos, quase que automaticamente, diagnósticos, projeções e previsões. Particularmente sobre educação, não há sobre o futuro que nos aguarda uma síntese única e nem é possível um resumo consensual. Porém, os acadêmicos da Open University, no Reino Unido, propuseram uma interessante lista de novos termos educacionais, bem como inéditas teorias e práticas, que muito em breve farão parte de nosso cotidiano (detalhes sobre o tema estão acessíveis em: http://proxima.iet.open.ac.uk/public/innovating_pedagogy_2016.pdf). Destaco a seguir uma dezena delas, já em curso em 2016, mas que tendem a estar cada vez mais presentes em 2017:
    Aprendizagem via mídia social. Aprendemos o tempo todo e em todos os lugares. Fora da escola, ainda que o ensino seja menos formal, a aprendizagem, em alguns aspectos, pode ser melhor e mais rápida. Todos estão familiarizados com exemplos como Facebook ou Twitter, locais naturais de compartilhamento de fatos, ideias e opiniões, ainda que haja o risco inerente de informações imprecisas, incompletas ou parciais. Há experiências em curso, inclusive no Brasil, utilizando, com sucesso, os espaços do Facebook como ambiente central de aprendizagem, inclusive para turmas regulares. O mestre neste caso explora, de forma pioneira, seu papel de facilitador no estímulo ao engajamento, promovendo e organizando as discussões e fazendo a curadoria dos temas e das referências mais adequadas;
    ...
    [Nota do Editor: Movido para IP4]
    Blockchain para aprendizagem. Blockchain é termo usualmente utilizado para designar o registro público de todas as transações realizadas na moeda bitcoin. São formadas em blocos completos, os quais são adicionados cronologicamente aos já existentes e assim crescem indefinidamente. Esta técnica pode ser adotada em educação ao disponibilizarmos os dados dos trabalhos em curso feito pelos estudantes, bem como seus desempenhos, para espaços mais plurais, tornando os disponíveis a um público interessado bem maior. Ainda que acessível amplamente a vários usuários, estes não podem modificá-los. Educandos e pessoas em geral podem angariar créditos por suas atividades intelectuais ao mesmo tempo que podem conferir credibilidade aos trabalhos dos demais. Tudo se passa como se credibilidade e reputação educacional fossem espécies de moedas, podendo ser intercambiadas, bem como questionadas em um processo de construção coletiva e colaborativa.
    ...
    Internet no IP2]IP1]
    Educação precisa
    ...
    do Editor: commentarioscomentarios criado por
    Tendências tecnológicas. Sem desconsiderar as estratégias pedagógicas, andragógicas e heutagógicas expostas até o momento, cabe destacar as tendências tecnológicas que farão a diferença nos modos de aprender e de ensinar nas universidades.
    Tendências
    As principais tendências de tecnologia que serão estratégicas no futuro para a maioria das universidades podem elevar potencialmente uma disruptura em que será necessário prever riscos se forem adotadas tardiamente. Tais tendências têm uma influência nos planos da universidade, a longo prazo, nos seus programas e iniciativas.
    1- Robos-escritores criadores de conteúdo-inteligência algorítimica( search engines)
    O tratamento dos conteúdos das universidades será de autoria das máquinas. O conteúdo, baseado em dados e informações analíticas, será transformado em escrita com linguagem natural por tecnologias que podem estruturar esse conteúdo pró-ativamente e disponibilizá-lo por meio de motores automatizados. Os conteúdos que atualmente são escritos por pessoas, tais como papers, relatórios de pesquisa, documentos jurídicos, relatórios de tendências, comunicados de imprensa e documentos técnicos serão os principais candidatos para essas ferramentas. Atlas Ti, Turnitin, Google Scholar, Google Analytcs etc.
    [Nota do Editor: Movido para o topico Inteligencia Artificial no tema Tecnologias Facilitadoras no IP1]
    2- Informação de Todas as Coisas
    Tudo na malha digital produz, utiliza e transmite informação. Estas informações vão além do texto, áudio e vídeo para incluir a informação sensorial e contextual. Informações de Tudo (Information of Everything) resolvem este afluxo com estratégias e tecnologias para conectar dados e informações vindos das mais diversas fontes. Avanços nas ferramentas semânticas, bem como outras tecnologias emergentes de análise e classificação de dados vai trazer significado para uma grande quantidade, muitas vezes caótica, de informações. Em futuro próximo, as “coisas”irão precisar de ajuda. Muitos estarão conectadas e solicitando suporte. As empresas e universidades terão que desenvolver estratégias e mecanismos de resposta diferentes do que quando pesquisam, se comunicam e resolvem problemas para os humanos. Ex. Wall smart glass, smart labs
    [Nota do Editor: Movido para o IP4]
    3 - Aprendizagem profunda da máquina
    ...
    seus cursos.
    [Nota

    [Nota
    do Editor:
    ...
    Facilitadoras no IP2]IP1]
    4- Agentes e coisas autônomas
    O aprendizado de máquinas abre as portas para um mundo de máquinas inteligentes. Incluindo robôs, assistentes pessoais virtuais e veículos, que agem de forma autônoma. Google Now, Siri e Cortana estão ganhando inteligência e são os precursores dos assistentes virtuais que serão criados para aprender por si mesmos e que se tornarão a única interface com que nós usuários teremos que interagir, em vez de usarmos botões e menus. As empresas de TI com suporte dos estudos em pesquisas das universidades devem explorar como podem aumentar a produtividade humana, libertando as pessoas das tarefas que estes agentes e coisas autônomas podem realizar.
    ...
    Facilitadoras no IP2]IP1]
    5 - Assistentes digitais irão manter conversas com usuários das universidades
    Os assistentes digitais irão reconhecer as pessoas de uma empresa ou instituição pelo rosto e pela voz em todos os canais de comunicação. A experiência multi-canal delas vai dar um grande salto com as conversas de duas vias entre elas e assistentes digitais, numa experiência que vai imitar as conversas humanas, tanto no ouvir como no falar, com senso de história, contexto, e capacidade de resposta.
    ...
    Facilitadoras no IP2]IP1]
    6- A rede dos dispositivos
    Esse termo refere-se à expansão de endpoints usados por pessoas para acessar aplicações e informações ou para interagir com outras pessoas, comunidades sociais, governos e negócios. Essa rede inclui dispositivos móveis, wearables, dispositivos eletrônicos de consumo e para residências, dispositivos automotivos e de meio-ambiente – como sensores na Internet das Coisas (IoT). No mundo pós-mobile, o foco muda para o usuário móvel que é cercado por uma malha de dispositivos que vão bem além dos dispositivos móveis tradicionais. A previsão é que, com o aumento das conexões e a evolução dessa malha, a interação cooperativa entre dispositivos também aumente.
    7-[Nota do Editor: Movido para o topico Aprendizado Movel no tema Tecnologias de Internet no IP1]
    7-
    Ambiente de experiência do usuárioõusuário
    Ambientes imersivos que entregam realidade aumentada e realidade virtual têm grande potencial, mas representam apenas um lado da experiência para o usuário. A rede de dispositivos cria as bases para uma nova experiência, que deverá ser contínua, fluída ao longo de um conjunto de dispositivos e de interação de canais que misturam ambientes físicos, virtuais e eletrônicos, à medida que o usuário se move de um lugar para o outro. Para as universidades desenhar estas experiências avançadas será um grande diferencial para desenvolvedoras de softwares e apps.
    [Nota do Editor: Este tópico foi combinado com Priorizacao da Experiencia de Usuario no IP3.]
    ...
    11 - Rede de aplicações e arquitetura de serviço
    Possibilitada por serviços de aplicativos definidos por software, essa nova abordagem permite desempenho em escala web, flexibilidade e agilidade. Universidades e Empresas de TI devem desenvolver novas arquiteturas modernas que entreguem na Cloud aplicações ágeis, flexíveis e dinâmicas.
    ...
    Coisas (IoT)
    A IoT complementa a rede de apps e a arquitetura de serviço. A gestão, segurança, integração e outras tecnologias são a base para construir, gerir e manter elementos na IoT. As universidades já estão trabalhando intensamente nestas plataformas para que estas arquiteturas e tecnologia tornem-se realidade. Qualquer setor que abrace a IoT necessitará desenvolver uma estratégia de plataforma adequada.
    [Nota do Editor: Itens 10, 11, e 12 foram movidos para o topico Internet das Coisas no tema Tecnologias da Internet no IP1]
    Adaptado de http://www.gartner.com/smarterwithgartner/top-ten-technology-trends-signal-the-digital-mesh/stela.piconez
    ...
    do Editor: commentarioscomentarios criado por
    Uma visão do mercado de soluções educacionais é a chamada API da experiência, também conhecida como TinCan API. Trata-se de uma nova especificação técnica para a área de aprendizado eletrônico que possibilita a coleta de dados sobre várias atividades que uma pessoa experiencia.
    A partir de uma API (Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicativos), podem-se reunir informações acessadas ou produzidas em diferentes interfaces, sistemas, equipamentos, inclusive móveis, entre os muitos objetos utilizados no processo de ensino-aprendizagem.
    (view changes)
    12:05 pm
  3. page Challenges edited ... Acesso em Expansão O foco global em aumentar o número de estudantes matriculados na graduação…
    ...
    Acesso em Expansão
    O foco global em aumentar o número de estudantes matriculados na graduação está pressionando todo o sistema. O relacionamento muito citado entre atingir realização potencial e educacional mais o impacto claro de uma sociedade educada sobre o crescimento da classe média está pressionando os governos a incentivar mais e mais estudantes a ingressarem em universidades e faculdades. No entanto, em muitos países, a população de alunos preparados para estudo de graduação já estão inscritos – a ampliação do acesso significa estendê-lo para alunos que podem não ter a formação acadêmica para ser bem-sucedido sem o apoio adicional. Muitos em universidades acham que essas instituições não têm tempo e recursos suficientes para ajudar a esse grupo de alunos.cristiana.mattos May 28, 2017Um grande problema no Brasil é que o investimento está indo todo para o ensino superior, quando o problema é mais de base. Criou-se diversos mecanismos para tentar compensar a falta de uma boa educação básica, como cotas e vantagens em pontos no exame de entrada, no entanto o aluno que entra assim vai enfrentar maiores dificuldades para aproveitar o curso. Para verdadeiramente expandir o acesso, teria-se que investir fortemente na melhoria da educação básica. | Muito embora eu concorde com parte das afirmações anteriores, principalmente quanto a necessidade de mudar substancialmente a educação na base, dizer que esses alunos terão dificuldades nos cursos universitários como decorrência da formação pregressa é parcialmente verdade. A qualidade dos cursos universitários no Brasil do ponto de vista de conteúdo, ferramentas, metodologias e preparo dos professores deixa muito a desejar, estamos defasados e isso em minha opinião tem um peso maior do que a falta ou baixo preparo dos estudantes devido a falhas na educação de base. rodrigo_de_Alvarenga Jun 26, 2017
    ...
    Baseada em Competências
    A
    CompetênciasA educação baseada
    Apoio aos Professores Adjuntos por Meio da Implantação da Tecnologia
    ...
    e valorizados.
    Aprendizagem Personalizada
    A aprendizagem personalizada inclui uma grande variedade de abordagens para apoiar a aprendizagem autodirigida e baseada em grupos que pode ser projetada em torno de objetivos de cada aluno. Resolver este desafio significa incorporar nas atividades escolares conceitos como ambientes e redes de aprendizagem personalizados, ferramentas de aprendizagem adaptativa e muito mais. Usando um conjunto crescente de recursos livres e simples, como uma coleção de aplicativos em um tablet, já é bastante fácil de suportar cursos de aprendizagem social e profissional e outras atividades com uma coleção de recursos e ferramentas que estão sempre à mão. Existem dois caminhos de desenvolvimento para a aprendizagem personalizada: o primeiro é organizado pelo aluno, que inclui aplicativos, mídias sociais e softwares relacionados. Os objetivos e interesses das escolas estão se focando em outro caminho, principalmente sob a forma de aprendizagem adaptativa. Nesta via, que prevê o desenvolvimento de ferramentas e fluxos de dados que ainda estão longe de ser encontrado nas escolas, a aprendizagem adaptativa é baseada na inteligência da tecnologia que interpreta os dados sobre como um aluno está aprendendo e responde mudando o ambiente de aprendizagem com base em suas necessidades. Embora o conceito de aprendizagem personalizada seja bastante fluido, está se tornando cada vez mais claro que a aprendizagem adaptativa é individualizada desde a sua criação, diferente de pessoa para pessoa e construída em torno de uma visão de aprendizagem ao longo da vida. A aprendizagem personalizada é uma tendência, no entanto, muitos que dizem oferecer uma aprendizagem personalizada, no máximo, oferecem um banco de questões para identificar gap de aprendizagem de determinados conteúdos. Necessário investimento e pesquisa para o desenvolvimento desta tendência. marcos.galini
    Combinação[Nota do Editor: Movido para o topico Tecnologias de Aprendizagem Adaptativa no tema Tecnologias de Aprendizado no IP1]
    Combinação
    da Aprendizagem
    ...
    Aprendizagem a Informal
    As
    InformalAs abordagens tradicionais
    ...
    Mudanças na Liderança
    A
    LiderançaA sustentabilidade voltada
    ...
    Autênticas de Aprendizagem
    A
    AprendizagemA aprendizagem autêntica,
    ...
    de vida.
    Curvas

    Curvas
    de Aprendizagem
    ...
    Implementação de Inovações
    À
    InovaçõesÀ medida que
    ...
    26, 2017 Escalando inovações de ensino. Nossas organizações não são adeptas em transformar as inovações pedagógicas em práticas massificadas. As nossas escolas e universidades geralmente nos permitem conectar ideias apenas em formas pré-estabelecidas – às vezes, estas levam a novas descobertas, mas o mais provável é que elas levem à aprendizagem por memorização. As atuais estruturas de promoção organizacionais raramente recompensam a inovação e melhorias no ensino e na aprendizagem. A aversão profunda à mudança limita a difusão de novas ideias e, muito frequentemente, desencoraja a experimentação.cristiana.mattos May 28, 2017Muitos modelos devem ser testados em larga escala. Não é uma transição automática. E é demorada. Precisamos começar a investir nisso desde já.[Nota do Editor: Combinado com item to IP4 ] Facilitação da Descoberta de Tecnologias de Aprendizagem. No crescente campo da aprendizagem adaptativa, muitas soluções prometem ajudar os alunos a atingir o sucesso.Os professores podem ser motivados a adotar tecnologias de aprendizagem quando evidências indicam que os alunos se beneficiarão, mas nem sempre encontram informações confiáveis ​​sobre o impacto das tecnologias no ensino e na aprendizagem.Vários estudos voltados a investigar uma única ferramenta podem levar a resultados diferentes devido a diferenças nas condições de pesquisa, como diferentes populações de alunos e diferenças no suporte técnico durante a implementação.Diante desse problema, os líderes criaram materiais compilando avaliações de tecnologias digitais de aprendizagem, pesquisas de eficácia e dados de impacto em formatos pesquisáveis.Embora essas ferramentas e as comunidades de prática representem apenas os primeiros passos para ajudar os tomadores de decisão institucionais, a tarefa de descobrir e selecionar as tecnologias permanece constituindo uma teia complexa de considerações incluindo fatores como a interoperabilidade de ferramentas, considerações de custos e as necessidades pedagógicas dos alunos.cristiana.mattos May 28, 2017 [Nota do Editor: Combinado com item to IP4 ]
    Disparidade de Desempenho
    A disparidade de desempenho refere-se à diferença observada no desempenho acadêmico entre diferentes grupos de estudantes, especialmente em termos de status socioeconômico, raça, etnia ou sexo.Fatores ambientais como a pressão social, monitoramento de alunos, estereótipos negativos e parcialidade em provas tendem a agravar o problema.As escolas utilizam vários padrões de sucesso para definir as expectativas de aprendizagem, incluindo notas, resultados de testes padronizados e taxas de conclusão, levando a uma comparação do desempenho dos alunos em nível individual e em grupo.As tecnologias de aprendizagem adaptativa e personalizada estão começando a desempenhar um papel mais integral na identificação de alunos e populações de alunos com desempenho inferior, ajudando educadores e líderes da área da educação a identificar os fatores e possibilitando e expandindo métodos de intervenção direcionada e estratégias de engajamento para ajudar a reduzir a diferença.No entanto, uma ação coordenada global será necessária para superar os obstáculos à educação de crianças em países que passam por distúrbios civis bem como as barreiras culturais que privam as mulheres de acesso à educação.cristiana.mattos~A disparidade de acesso à tecnologia e problemas de conexão de qualidade agravam este quadro no Brasil.
    ...
    Com a abundância de conteúdo, tecnologias e opções em geral, as instituições de ensino precisam liderar o caminho para facilitar a encontrar um equilíbrio entre a vida conectada e desconectada. Hoje, com a tecnologia no centro de muitas atividades cotidianas, é importante que os alunos compreendam como equilibrar sua vida conectada com outras necessidades de desenvolvimento. As instituições de ensino devem estimular o uso consciente da tecnologia para que os alunos estejam cientes de suas pegadas digitais e liderar o caminho para assegurar que os alunos não se percam e sejam absorvidos pela abundância de informação e tecnologia. À medida que a educação se alinha com tendências tecnológicas, os professores terão que promover esse equilíbrio, incentivando os alunos a sentir, digerir, refletir, tocar e buscar experiências sensoriais que são cruciais para o desenvolvimento de caráter e integridade. Encontrar um equilíbrio e orientar os alunos para o sucesso pessoal deve ser um compromisso da sociedade com novas gerações de estudantes.cristiana.mattos May 28, 2017Muito válido para alunos e professores. Estamos sempre conectados. Precisamos conscientemente organizar e equilibrar nossos momentos online e offline.
    Escalando inovações de ensino
    ...
    desde já. [Nota do Editor: Combinado com Curvas de Aprendizagem da Implementação de Inovações ]
    Expansão de Métodos Baseados em Evidências nas Diferentes Disciplinas
    Os métodos de aprendizagem baseados em evidências referem-se a práticas que promovem melhores resultados de aprendizagem, como demonstrado em experimentos controlados e projetos-piloto.Métricas e análises que refletem uma maior retenção dos alunos e um desempenho melhor no decorrer de todo um curso, programa ou instituição podem lançar luz sobre a eficácia e os obstáculos de técnicas pedagógicas específicas e implementações tecnológicas.No entanto, as instituições se veem diante do desafio de expandir suas melhores práticas mesmo quando o processo e a avaliação do ensino e da aprendizagem em uma disciplina nem sempre se traduzem às outras disciplinas.As abordagens atuais à expansão de pedagogias eficazes não raro se baseiam em indícios casuais, nos quais uma história de sucesso é amplificada com base na premissa de que pode ser aplicada sem ajustes a outros contextos de aprendizagem.Para agravar ainda mais esse problema, temos a noção de que a expansão não deve se limitar a uma mera duplicação:identificar maneiras de adaptar as práticas de ensino e aprendizagem a diferentes alunos, níveis de curso, tipos de programa e ambientes institucionais requer uma análise minuciosa das evidências seguida de uma profunda reflexão para fazer as modificações apropriadas antes de promover a expansão a outros cursos.Além disso, muitos métodos de ensino e aprendizagem se baseiam no hábito e educadores e líderes institucionais podem se entregar à complacência já que o cultivo de uma verdadeira mudança pode ser um processo demorado, confuso e dispendioso.
    Facilitação da Descoberta de Tecnologias de Aprendizagem
    ...
    May 28, 20172017[Nota do Editor: Combinado com Curvas de Aprendizagem da Implementação de Inovações ]
    Gerenciando a obsolescência do conhecimento
    ...
    28, 2017
    No

    No
    mundo ideal
    ...
    de internet.
    Nessa
    Nessa paisagem dos
    ...
    banco escolar.
    Afinal
    Afinal na era
    ...
    baixa pressão.
    O
    O gráfico abaixo,
    Ciclos de Influencias sobre as pessoas
    {https://media.licdn.com/mpr/mpr/shrinknp_800_800/AAEAAQAAAAAAAAbRAAAAJDdjOGQ5MDY2LTllYzItNGY1My04M2I4LTZhMTdlOTJiMjAzNA.jpg}
    ...
    Ciclos de Influencias da Educação sobre as pessoas
    {https://media.licdn.com/mpr/mpr/shrinknp_800_800/AAEAAQAAAAAAAATEAAAAJGE0NjllZjMyLTYzY2QtNGJhYi05ZDUyLTBlMzkxMzdkMmY1MQ.jpg}
    ...
    foi inventada”.
    Essa
    Essa rápida defasagem
    ...
    dos estudantes.
    A
    A obsolescência do
    ...
    de 1920.
    No
    No início do
    ...
    do diploma.
    rafa_villas_boas
    rafa_villas_boas Jun 7,
    Integração de Dados do Aluno em Diferentes Plataformas
    ...
    sério mesmo. Informação de Todas as Coisas. Tudo na malha digital produz, utiliza e transmite informação. Estas informações vão além do texto, áudio e vídeo para incluir a informação sensorial e contextual. Informações de Tudo (Information of Everything) resolvem este afluxo com estratégias e tecnologias para conectar dados e informações vindos das mais diversas fontes. Avanços nas ferramentas semânticas, bem como outras tecnologias emergentes de análise e classificação de dados vai trazer significado para uma grande quantidade, muitas vezes caótica, de informações. Em futuro próximo, as “coisas”irão precisar de ajuda. Muitos estarão conectadas e solicitando suporte. As empresas e universidades terão que desenvolver estratégias e mecanismos de resposta diferentes do que quando pesquisam, se comunicam e resolvem problemas para os humanos. Ex. Wall smart glass, smart labs
    [Nota do Editor: comentario criado por stela.piconez e movida aqui do IP3]

    Integrando Tecnologia na formação do corpo docente
    ...
    nesta atividade.
    Melhorando
    Melhorando o Letramento Digital
    Com
    Digital. Com a proliferação
    ...
    que ensinam.
    [Nota do Editor: Combinado com item to IP4 ]

    Mantendo a Educação Formal Relevante
    Como a aprendizagem on-line e conteúdo educacional gratuito tem se tornado mais generalizado, os stakeholders e os administradores devem considerar seriamente o que as escolas podem oferecer que não pode ser replicado por outras fontes. Já não é mais necessário os pais enviarem seus filhos para a escola para que eles aprendam competências e habilidades para no futuro ter um bom emprego. No entanto existem habilidades e atitudes valiosas que só podem ser adquiridas em ambientes escolares. Habilidades socioemocionais, tais como a comunicação e colaboração, por exemplo, são práticas essenciais para a resolução de problemas em um mundo que está cada vez mais interligado. Da mesma forma, a ética de trabalho e a capacidade de perseverar até mesmo nos desafios mais difíceis, tanto social quanto acadêmico, são reforçadas em ambientes de educação formal. A ideia é repensar o valor da educação como um meio de reforçar atitudes e habilidades que os alunos terão ao procurar informações credíveis, trabalhar eficientemente em equipes e persistir na conquista de seus objetivos. Uma pesquisa recente realizada pelo Workforce Solutions Groupconstatou que mais de 60% dos empregadores dizem que os candidatos não têm "capacidades interpessoais e de comunicação." Neste mesmo assunto, a National Association of Colleges and Employers entrevistou mais de 200 empregadores sobre as dez prioridades ao contratar e descobriu que os empregadores buscam pessoas que trabalham em equipe, planejam e solucionam problemas, organizam e priorizam seu trabalho, enquanto as habilidades técnicas ficam em segundo plano. De um modo geral, as tendências na contratação deixam claro que habilidades sociais, como comunicação e ética de trabalho estão diferenciando os candidatos.cristiana.mattos May 28, 2017Este desafio é importantíssimo em todos os níveis da educação. Reforce-se aqui a importância da formação da identidade profissional no ensino superior, a partir da convivência com mestres e pares, que vai além do consumo de informações e do desenvolvimento de habilidades. Andrea.Filatro Jun 18, 2017
    ...
    A segurança dos dados dos estudantes tem sido uma preocupação no ensino fundamental, que é evidente através da legislação que tem sido passada para proteger os alunos e seus dados pessoais, tal como as leis federais de Direitos Educacionais da Família e a Lei de Privacidade nos Estados Unidos. Como as escolas estão aderindo à tecnologia e ao aprendizado está ocorrendo cada vez mais on-line e em ambientes 1:1, os pesquisadores veem grande potencial para alavancar esses ambientes digitais de dados de aprendizagem, que podem ser usados ​​para identificar tendências no comportamento dos alunos e criar softwares personalizados. Escolas de todo o mundo estão adotando a computação em nuvem para apoiar a aprendizagem adaptativa, promover a redução de custos e incentivar a colaboração; mas, por vezes, a segurança dos dados do estudante é ameaçada quando terceiros fornecem softwares de baixo custo como um serviço em troca dos dados de acesso do estudante para depois lucrar com isso.cristiana.mattos May 28, 2017Privacidade de dados é uma preocupação premente também no Brasil. A legislação reflete cada vez mais esta atenção para este aspecto de uso da internet na educação. Arquitetura de segurança adaptativa. Em futuro próximo, 20% dos edifícios inteligentes terão sofrido algum “vandalismo” digital. A complexidade do mundo digital e o surgimento da economia algorítmica, combinados com a indústria do cyber crime, aumentam significativamente as ameaças. Isso exigirá das universidades, pesquisas e projetos com estratégia sde segurança com medidas para prevenir, detectar e responder aos ataques. Aplicações de autoproteção, bem como analytics para o comportamento de usuários e entidades, irão ajudar a cumprir a arquitetura de segurança adaptativa. [Nota do Editor: comentario criado for stela.piconez e movido aqui do IP3]
    Tecnologia Educacional e a Evolução dos Papéis dos ProfessoresAvanços na tecnologia educacional estão mudando os métodos de ensino do conteúdo dos cursos bem como as interações dos alunos com o conteúdo e os instrutores.À medida que as plataformas de tecnologia adaptativa e os avanços das ferramentas de aprendizagem on-line desestabilizam os modelos de aprendizagem tradicionais, alguns professores se sentem ameaçados pelos avanços, vendo-os como uma mudança de paradigma que reduz seu papel na criação da experiência de aprendizagem.Os educadores, que já contam com pouco tempo e recursos, muitas vezes têm dificuldade de adaptar seu planejamento tradicional de aulas para incluir tecnologias emergentes como os materiais didáticos digitais.No entanto, uma série de iniciativas institucionais está revelando que o envolvimento dos professores com essas ferramentas pode desempenhar um importante papel no sucesso dos alunos, ajudando os professores a administrar melhor o tempo e lhes proporcionando uma visão mais abrangente do progresso dos alunos.Essas ferramentas estão possibilitando aos professores aprofundar seu papel como mentores, orientando os alunos por meio de exercícios de aprendizagem ativa, em vez de meramente transmitir informações em aulas expositivas tradicionais. Importante destacar o papel dos professores como designers de soluções educacionais, e não apenas consumidores. Pressupõe-se a apropriação mínima de competências comunicacionais e tecnológicas, tanto quanto de competências tecnocientíficas e metodológicas.Andrea.Filatro Jun 18, 2017
    Translinguagem
    Cada
    TranslinguagemCada vez mais
    ...
    do Editor: commentariocomentario criado por
    ...
    do IP2]
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    Contribuicoes da area de comentarios
    Nivelamento de ingressantes do Ensino Superior
    Um exemplo de prática: Evidências no ensino de Engenharia. Com o intuito de melhorar o rendimento acadêmico em Física dos ingressantes nos cursos de Engenharias, a Estácio introduziu há pouco mais de dois anos a disciplina “Bases Físicas para Engenharia”. Entre os objetivos estratégicos, estava o de adequar o ensino, customizando-o ao perfil dominante dos ingressantes, em geral com formação anterior deficiente em Física. A disciplina foi projetada para ser um dos paradigmas do projeto inovador “Ensino 2020”, tendo nascida híbrida (metade presencial e metade a distância) e baseada na plataforma de aprendizagem inovadora SAVA (“Sala Virtual de Aprendizagem”). Neste ambiente interativo, o educando acessa videoaulas ministradas por, reconhecidamente, melhores professores de Física do país (de fora e de dentro da Estácio), textos, objetos de aprendizagem, resolução interativa de exercícios, orientação para realização de atividades práticas etc. Aspectos conceituais e históricos da Física conectada à Engenharia são explorados nesta disciplina, incluindo as bases do método científico e o estímulo à aprendizado a partir de situações contextualizadas. Fruto do aumento de acessibilidade ao ensino superior na última década e da maior demanda por profissionais com conhecimentos técnicos, tecnológicos e científicos mais profundos, a opção por cursos de Engenharias é, definitivamente, uma marca dos tempos atuais. O incremento da participação do setor privado no ensino superior implicou em maior oferta de cursos no período noturno, viabilizando que profissionais que trabalham durante o dia pudessem cursar Engenharia. Diferentemente de cursos nas áreas de Gestão, Licenciaturas ou de Tecnólogos de nível superior, as carreiras em Engenharias exigem uma base diferenciada de conhecimentos preliminares de Matemática e Ciências. Em geral esses ingressantes não as têm no nível desejado, demandando, portanto, a adoção de medidas extraordinárias, sem o que as reprovações e consequentes desistências se tornam rotinas. Com o intuito de diminuir a grande reprovação em disciplinas iniciais de Física ao longo do primeiro ano, as quais, juntamente com Matemática, eram as grandes responsáveis pelo expressivo abandono, a partir de 2015, os ingressantes em cursos de Engenharias, antes de cursarem as disciplinas tradicionais de Física, passaram a cursar “Bases Físicas para Engenharia”. Os resultados preliminares são surpreendentemente positivos, atestando de forma inequívoca que o caminho adotado de introduzir uma disciplina preparatória, que antecede as tradicionais, está sendo muito bem-sucedido. Submetidos os alunos ao mesmo rigor e exigência, o índice de reprovação que era de 54,3 % em Física I em 2015/2 (alunos que não fizeram a disciplina preparatória) caiu para 19,7% em 2016/1 (alunos que tiveram a oportunidade de frequentar a disciplina introdutória). A consistência permanece em Física II, onde a reprovação que era de 32,3% foi reduzida para 11,7%. Ou seja, em termos práticos, mais de um terço da turma que tipicamente era reprovada, com enormes chances de abandono, foram, fruto desta estratégia educacional, aprovados. Ressalte-se que com grandes possibilidades de cumprirem com sucesso seus planos de se tornarem Engenheiros, dado que as reprovações nos anos seguintes retornam aos níveis de normalidade. Em suma, trata-se de exemplo simples de abordagem educacional que viabiliza àqueles que, em geral, seriam assumidos como incapazes de cursar Engenharias, por falta de bagagem preliminar em Ciências e Matemática, uma vez expostos à correta abordagem educacional, possam obter sucesso. Esses alunos que lograram êxito na superação de suas deficiências anteriores, ao atingirem o nível desejado, não são simplesmente iguais àqueles que, eventualmente, já apresentavam os rendimentos esperados. Eles são melhores, dado que atingiram o mesmo patamar, mas incorporaram algo a mais: a capacidade da superação, aumento da autoestima e o consequente aprimoramento da capacidade de aprender a aprender. São essas evidências, ancoradas em experiências monitoradas, que dão solidez às teorias, sobre as quais, em geral, temos somente opinião prévia antes que o exercício prático no campo real nos dê a devida segurança. É sim possível customizar trilhas educacionais, dirigidas a propósitos e educandos específicos, a partir de corretos pressupostos do processo ensino-aprendizagem. [Nota do Editor: comentario criado por ronamota - na area de comentarios - e transferida para essa area]
    [Nota do Editor: Movido para o IP3]
    Regulação do setor
    Uma dos grandes desafios da Educação Superior é o seu marco regulatório, com normas esparsas e aleatórias criadas por órgãos diversos do Poder Legislativo e do Poder Executivo. Além de atender às regras e princípios Constitucionais, as instituições de educação superior devem obedecer a LDB, a Lei do SINAES, a Lei do PNE, a Lei das anuidades escolares, o Código de Defesa do Consumidor, entre muitas outras normas elaboradas pelo Poder Legislativo. Como se não fosse o bastante, a educação superior tem que conviver com decretos presidenciais, portarias, resoluções, notas técnicas, instrumentos de avaliação e pareceres dos mais diversos órgãos do Poder Executivo: MEC (SERES, SESU), INEP (DAES, CONAES, CAPES), CNE (CES), entre outros. As normas editadas pelo Poder Executivo mudam muito rapidamente e estabelecem novas regras e novas obrigações a serem observadas. A falta de uma consolidação e de perenidade dessas normas torna quase impossível o acompanhamento pelas IES e seus cursos. Os próprios especialistas em Direito Educacional sofrem ao tentar re-interpretar sistematicamente esse amontoado oscilante de normas. Uma possível solução seria estabelecer momentos específicos para alterações normativas e, obviamente, estabelecer uma consolidação das normas da educação superior. Porém, essa solução dependeria justamente dos poderes Legislativo e Executivo, responsáveis pela bagunça. Para ilustrar a dificuldade no atendimento às normas da educação superior, sugiro a leitura do artigo de Silva Júnior et al. (2014): Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v22n82/a11v22n82.pdf> acesso em mai. 2017. [Nota do Editor: comentario criado por murilo.angeli - na area de comentarios - e transferida para essa area]
    Desafio cultural
    Um dos grandes problemas da educação brasileira está relacionada ao atraso. O tempo que demoramos para ter nossas Universidades, isso comparado com outros países e o tempo que demoramos para universalizar o acesso a educação. Além disso, temos uma cultura de formação terminal, que as escolas e universidades devem "formar o sujeito". Temos pouca cultura educacional e muitas vezes se acredita que tudo deve ser resolvido no ambiente escolar. Pensamos também uma educação de forma idealizada sonhando com todos tendo o mesmo tipo de formação. Não é assim que deve funcionar. Temos que ter coragem para dizer o perfil do egresso que cada instituição irá formar, tendo clareza que a educação é continuada. Ao definir o perfil do egresso temos que ser eficientes nesta formação. Para isso temos sim que usar os recursos tecnológicos disponíveis, em especial aqueles que permitem gerenciar os percursos de aprendizagem de cada estudante. Assim como usar recursos tecnológicos que facilitam a aprendizagem. Nem todos nascem com habilidades para serem "Pelé", mas cabe as escolas identificar estes "craques" os encaminhando para que aproveitem seus potenciais. Mesmo não sendo "Pelés", todos tem potenciais e competências a serem desenvolvidas. Para tal, precisamos estimular a geração de conhecimento na área da didática que associado a novas tecnologias irão desenvolver os mecanismos para sermos eficientes no processo de educar. Talvez esse seja o maior desafio do Brasil, investir como muita seriedade na formação de nossos docentes. E no caso da educação superior nos convencermos de que não é suficiente saber algo para que saibamos estimular o aprendizados dos outros. [Nota do Editor: comentario criado por marcelo.correa - na area de comentarios - e transferida para essa area]
    Novas roupagens para velhos modelos
    Uma discussão de fundo que precisa ser considerada é epistemológica, sobre que tipo de conhecimento se quer produzir/construir e para quem. Isso é antigo desde a filosofia grega clássica, repaginada no século passado pelas correntes da Psicologia. Inteligência artificial, modelos auto-instrucionais, realidade virtual e tantas outras novidades não passam de nova roupagem das máquinas de ensinar do psicólogo norte-americano Burrhus Skinner. Tecnologias criadas para treinar e obter resultados de habilidades e competências imediatas e de cunho comportamentais não são compatíveis com os conhecimentos profundos produzidos em universidades e empresas que se dedicam `a pesquisa. Em geral, é nessas universidades e empresas que dominam o mundo do conhecimento que se criam as tecnologias de ponta, que depois são transformadas em novas tecnologias para consumo. Inclusive na educação, em que são apresentadas como inovação, mas no fundo visam a formação de pessoas sem visão crítica das ciências, da realidade e do mundo social. No universo das instituições de ponta, as tecnologias estão presentes para promover a interação e a cooperação sobre conhecimentos profundos – vejam como surgiu a internet -, e não para promover habilidades e competências superficiais para o mundo do trabalho. O foco das discussões sobre a tecnologia na educação deve passar antes, portanto, sobre que tipo de conhecimento se quer produzir/construir e para quem.-[Nota do Editor: comentario criado por uliarau - na area de comentarios - e transferida para essa area]
    Letramento Informacional
    O letramento informacional tem como finalidade a adaptação e a socialização dos indivíduos na sociedade da aprendizagem. Isso ocorre quando o sujeito desenvolve as capacidades de:
    determinar a extensão adequada da informação pesquisada,
    acessar a informação de forma efetiva e eficientemente;
    avaliar criticamente a informação e a suas fontes;
    incorporar a nova informação ao conhecimento prévio;
    usar a informação de forma efetiva para atingir objetivos específicos;
    compreender os aspectos educacional, legal e social do uso da informação, bem como acessá-la e usá-la ética e legalmente.
    Reconhece-se, de acordo com Herbert Simon (2000), prêmio Nobel de Economia em 1978, que o significado do saber mudou, sendo hoje muito mais importante buscar e usar informações do que memorizá-las. No contexto contemporâneo, o indivíduo precisa ser “informacionalmente” letrado para atuar como cidadão crítico e reflexivo, dotado de autonomia e responsabilidade e, desse modo, colaborar na superação dos graves problemas de toda ordem que atingem hoje a humanidade. Diante disso, impõe-se discutir sistemicamente as ações políticas, culturais, educacionais, socioambientais e econômicas dos vários segmentos da sociedade capazes de efetivamente contribuir para a consolidação desse processo, de forma concreta e sistematizada, em todos os níveis de ensino. Isso porque o letramento informacional possibilita, mais do que a aquisição de conteúdos e competências, a sabedoria do aprender a aprender, contribuindo para a sustentabilidade da vida e a solidariedade humana na sociedade contemporânea. Ver Gasque (2010) http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/9263/1/ARTIGO_ArcaboucoConceitualLetramento.pdf [Nota do Editor: comentario criado por stela.piconez - na area de comentarios - e transferida para essa area]

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    11:58 am
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    INSTRUÇÕES: Escreva suas respostas na questão abaixo. Isto é mais facilmente feito ao mover o cursor para o fim do último item, pressionando RETURN para criar um novo item de lista. Por favor, inclua URLs sempre que puder (URLs completas serão automaticamente convertidas em hyperlinks; por favor, digite-as integralmente ao invés de usar a ferramenta de link na barra de ferramentas).
    Por favor, "assine" cada uma de suas contribuições ao marcá-las com o código de 4 tils (~) em uma linha para que possamos acompanhar você, caso precisemos de informações adicionais ou de exemplos – isto produz uma assinatura quando a página é atualizada, tal como: Sam Jul 17, 2014
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    ser implementadas plenamente. [Notaplenamente.[Nota do Editor:
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    criado por edgardbc]
    [Nota
    edgardbc][Nota do Editor:
    ...
    do IP2]
    Aprendizagem Personalizada
    A aprendizagem personalizada inclui uma grande variedade de abordagens para apoiar a aprendizagem autodirigida e baseada em grupos que pode ser projetada em torno de objetivos de cada aluno. Resolver este desafio significa incorporar nas atividades escolares conceitos como ambientes e redes de aprendizagem personalizados, ferramentas de aprendizagem adaptativa e muito mais. Usando um conjunto crescente de recursos livres e simples, como uma coleção de aplicativos em um tablet, já é bastante fácil de suportar cursos de aprendizagem social e profissional e outras atividades com uma coleção de recursos e ferramentas que estão sempre à mão. Existem dois caminhos de desenvolvimento para a aprendizagem personalizada: o primeiro é organizado pelo aluno, que inclui aplicativos, mídias sociais e softwares relacionados. Os objetivos e interesses das escolas estão se focando em outro caminho, principalmente sob a forma de aprendizagem adaptativa. Nesta via, que prevê o desenvolvimento de ferramentas e fluxos de dados que ainda estão longe de ser encontrado nas escolas, a aprendizagem adaptativa é baseada na inteligência da tecnologia que interpreta os dados sobre como um aluno está aprendendo e responde mudando o ambiente de aprendizagem com base em suas necessidades. Embora o conceito de aprendizagem personalizada seja bastante fluido, está se tornando cada vez mais claro que a aprendizagem adaptativa é individualizada desde a sua criação, diferente de pessoa para pessoa e construída em torno de uma visão de aprendizagem ao longo da vida. A aprendizagem personalizada é uma tendência, no entanto, muitos que dizem oferecer uma aprendizagem personalizada, no máximo, oferecem um banco de questões para identificar gap de aprendizagem de determinados conteúdos. Necessário investimento e pesquisa para o desenvolvimento desta tendência. marcos.galini
    [Nota do Editor: Movido aqui do IP4]

    (1) Como pode esta tecnologia ser relevante para o setor educacional que você mais conhece?
    A tecnologia adaptativa traz uma precisão para o feedback e diagnóstico do nível de aprendizagem sendo alcançado pelos alunos. Também abre caminho para a aprendizagem personalizada e por demanda, onde cada aluno pode trabalhar no nível de sua competência e aprender no seu ritmo. Afeta também a avaliação e tem sido largamente usada em provas nacionais, como o ENEM. Muitos cursos online também se utilizam desta tecnologia para dar feedback aos seus alunos. cristiana.mattos May 28, 2017
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    10:55 am
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    Computação cognitivaDe acordo com o professor André Carvalho, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), “é um sistema de computação que combina duas áreas: inteligência artificial e processamento de sinais. Significa tudo o que é classificado como inteligência ou raciocínio que é feito por computação. É a próxima geração da computação, em que pessoas e sistemas de computação trabalham juntos para melhorar a capacidade dos seres humanos para aprender, criar, pensar e tomar decisões. (http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-exatas-e-da-terra/projetos-da-usp-sobre-computacao-cognitiva-recebem-apoio-da-ibm/)- {http://www.wiki.nmc.org/user/pic/Andrea.Filatro-lg.jpg} Andrea.Filatro Andrea.Filatro Jun 18, 2017 [Nota do Editor: Movido aqui do IP2]
    Robos-escritores criadores de conteúdo-inteligência algorítimica ( search engines)
    O tratamento dos conteúdos das universidades será de autoria das máquinas. O conteúdo, baseado em dados e informações analíticas, será transformado em escrita com linguagem natural por tecnologias que podem estruturar esse conteúdo pró-ativamente e disponibilizá-lo por meio de motores automatizados. Os conteúdos que atualmente são escritos por pessoas, tais como papers, relatórios de pesquisa, documentos jurídicos, relatórios de tendências, comunicados de imprensa e documentos técnicos serão os principais candidatos para essas ferramentas. Atlas Ti, Turnitin, Google Scholar, Google Analytcs etc.

    Aprendizagem profunda da máquina
    ...
    de seus cursos. [Notacursos.[Nota do Editor: comentariocomentarios criado por
    (1) Como pode esta tecnologia ser relevante para o setor educacional que você mais conhece?
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    10:30 am
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    Apps - {http://www.wiki.nmc.org/user/pic/rafa_villas_boas-lg.jpg} rafa_villas_boas rafa_villas_boas May 26, 2017
    [Nota do Editor: Movido aqui do IP2]
    A rede dos dispositivos
    Esse termo refere-se à expansão de endpoints usados por pessoas para acessar aplicações e informações ou para interagir com outras pessoas, comunidades sociais, governos e negócios. Essa rede inclui dispositivos móveis, wearables, dispositivos eletrônicos de consumo e para residências, dispositivos automotivos e de meio-ambiente – como sensores na Internet das Coisas (IoT). No mundo pós-mobile, o foco muda para o usuário móvel que é cercado por uma malha de dispositivos que vão bem além dos dispositivos móveis tradicionais. A previsão é que, com o aumento das conexões e a evolução dessa malha, a interação cooperativa entre dispositivos também aumente.
    [Nota do Editor: Comentario criado por stela.piconez e movido aqui do IP3]

    (1) Como pode esta tecnologia ser relevante para o setor educacional que você mais conhece?
    permitirá conexão em tempo real a todo tempo. Favorecerá o estudante não só interagir de forma mais rápida como com diversos colegas em uma mesma situação. marcelo.correa May 3, 2017
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    10:29 am
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    INSTRUÇÕES: Escreva suas respostas na questão abaixo. Isto é mais facilmente feito ao mover o cursor para o fim do último item, pressionando RETURN para criar um novo item de lista. Por favor, inclua URLs sempre que puder (URLs completas serão automaticamente convertidas em hyperlinks; por favor, digite-as integralmente ao invés de usar a ferramenta de link na barra de ferramentas).
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    Arquitetura avançada de sistema
    A rede digital e as máquinas inteligentes exigem uma arquitetura de computação que as tornem viáveis para a universidade e sociedade como um todo. A solução são as chamadas arquiteturas neuromórficas ultra-eficientes. Estas são alimentadas por field-programmable gate arrays (FPGAs), possibilitando maior velocidade e eficiência energética. Sistemas construídos em FPGAs funcionarão como cérebros humanos permitindo que as capacidades avançadas de “aprendizado de máquina” se espalhem por todos os endpoints da Internet das Coisas, tais como casas, carros, relógios de pulso e até mesmo seres humanos.
    Rede de aplicações e arquitetura de serviço
    Possibilitada por serviços de aplicativos definidos por software, essa nova abordagem permite desempenho em escala web, flexibilidade e agilidade. Universidades e Empresas de TI devem desenvolver novas arquiteturas modernas que entreguem na Cloud aplicações ágeis, flexíveis e dinâmicas.
    Plataformas da Internet das Coisas (IoT)
    A IoT complementa a rede de apps e a arquitetura de serviço. A gestão, segurança, integração e outras tecnologias são a base para construir, gerir e manter elementos na IoT. As universidades já estão trabalhando intensamente nestas plataformas para que estas arquiteturas e tecnologia tornem-se realidade. Qualquer setor que abrace a IoT necessitará desenvolver uma estratégia de plataforma adequada.
    [Nota do Editor: comentarios criado por stela.piconez e movida aqui do IP3]

    (1) Como pode esta tecnologia ser relevante para o setor educacional que você mais conhece?
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    10:20 am

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